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sexta-feira, 21 de março de 2014

Paulo Garcia enfim começa a trabalhar e Prefeitura anuncia fim de secretarias e demissão de comissionados

Enfim o Prefeito Paulo Garcia deve assumir o cargo para o qual foi eleito, ao invés de criar problemas para o município, que aparentemente esta quebrado, tomou a decisão de cortar o supérfluo em sua gestão e dar uma satisfação a população goianiense.

A informação é que serão extintas três secretarias extraordinárias: a da Região Metropolitana, Projetos Macro Estruturantes e Relações Jurídicas. 



As funções serão exercidas por secretarias afins e os funcionários excedentes terão que procurar um emprego. 

Também haverá mudança na Secretaria Legislativa e suas funções agora serão encaminhadas à Secretaria de Governo; a Secretaria de Turismo (Setur), por sua vez, vai para a de Esporte e Lazer, que também receberá a autarquia do Parque Mutirama; a Secretaria de Trabalho (Setrab) foi transferida à Indústria e Comércio; e a Defesa Social (Semdef) agora é de responsabilidade da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

Segundo a prefeitura, o número de cargos comissionados representa 30% do total deste tipo de cargo na estrutura do administrativo municipal. Os projetos de lei que estabelecem as mudanças serão encaminhados e ainda precisam ser aprovados pela Câmara de Vereadores para que entrem em vigor. A expectativa é que o legislativo aprove rápido também, apesar que vários deles mantém apadrinhados na gestão inexistente de Paulo Garcia e podem resistir.

A prefeitura de Goiânia anunciou, nesta sexta-feira (21), o corte de 737 cargos - dos quais 350 comissionados -, além da extinção de sete secretarias e uma autarquia. Segundo o prefeito Paulo Garcia (PT), a expectativa é que os cortes com despesas das pastas resultem em uma economia de R$ 15 milhões aos cofres públicos em uma ano. 



No mesmo período, o corte de cargos deve representar redução de R$ 41 milhões.

"Estamos contribuindo mais do que com a redução econômica-financeira, da economia de dinheiro, estamos contribuindo com a otimização da gestão", afirmou o prefeito. Paulo Garcia salientou que os cortes são resultado do trabalho de uma consultoria da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e de uma comissão da prefeitura. "Não são consequências de nenhum processo atual. 



São consequências de processos que nós já havíamos planejado há mais de ano", pontua.

Expectativa é que medida resulte em economia de cerca de R$ 56 milhões. Devem ser extintas oito pastas e cargos de 350 servidores não efetivos.
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